Pré Gênesis[editar | editar código-fonte]

O universo de Almas ancestrais foi criado a partir do imaginário da existência anterior, a qual espelhava a nossa, sob responsabilidade de um arauto chamado Elcan.

Elcan decidiu que por sentir o desgosto fervente e quase unanime no mundo ideal para com certos conceitos, como a maldade pura, mentira e variados pecados, estes foram extirpados da criação e jogados num mundo alem da existência.

Os primordiais[editar | editar código-fonte]

Essas entidades, inferiores somente aos arautos, são seres marginalmente conscientes responsáveis pela criação aplicação de conceitos abstratos predefinidos do do conjunto imaginário que formou a criação, como por exemplo a forma humanoide feita pelo moldador, ou a própria natureza feita pelo primordial homônimo.

Os ecos da criação[editar | editar código-fonte]

Sendo ainda uma existência instável e maleável, o próprio ato de criar perpetrado pelos primordiais deram luz a resultados inesperados.

Os Fae, também chamados de Fadas ou Feéricos, ou foram feitos a partir da vontade imbuída nos primordiais para criarem.

Os Num, também conhecidos como Desejos ou Gênios, ou de foram feitos a partir da ânsia e nas emoções que se formaram nos primordiais em relação a suas criações.

Os Bir, também chamados de Valores ou Anjos, foram feitos a partir da resolução e afinco que os primordiais tinham para com sua missão.

Os anos perdidos[editar | editar código-fonte]

Sabe-se que em algum momento uma entidade chamada Suonfiel foi responsável por inúmeros males ao libertar do espelho conceitos da criação outrora removidos por Elcan.

Nenhuma recordação é considerada confiável para explicar entre os anos do inicio da criação e os tempos atuais.

Tempos atuais e os poderes[editar | editar código-fonte]

Tudo que sabe-se dos passados anos perdidos são nevoas obscurecidas por memorias falsas e verdadeiras, todas incompletas, mas sabe-se que o fim desse periodo foi a formação das divisões entre os grandes poderes que regem a existência de Almas ancestrais.

O que pode ser considerado como mundo comum é um planeta esférico que retem a vida mortal que dança em equilíbrio entre os cinco poderes, esse local quando visto de um ponto externo é um plano chamado de Ermo e seu centro é a torre de vidro.

O Ermo faz divisória com cinco barreiras que dividem os poderes da existência, sendo essas barreiras:

  • A parede de ferro e selva de espinhos dos campos do pecado
  • O platô celeste e os portões dourados dos horizonte sagrado
  • As montanhas eternas e os bosques viajantes da floresta primal
  • O abismo sem fundo e o mar perdido do pântano dos mortos
  • O bosque das brumas e a plânice de flores de Faeria.

Alem de cada barreira há um plano dedicado ao poder, mas esse plano se comporta como um planeta esférico muito maior quando visto como uma criatura nativa.


Meta Analise[editar | editar código-fonte]

O começo de almas ancestrais veio da ideia de renascer das cinzas, e o próprio nome "Almas Ancestrais" vem da ideia de que o universo nasce do pó de almas antigas da mesma forma que planetas são feitos de poeira de estrelar.

Os anos perdidos representam somente uma época em que a existência foi moldada intensamente por sessões de RPG de mesa, e apesar de boas memórias e definitivamente haver referencias a essas sessões, não há realmente um argumento bom o suficiente para justificar os efeitos caóticos de ideias incoesas de jogadores adentrarem diretamente na obra.

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